Carga Tributária Brasileira fator impactante no início dos seus negócios

Por Jaqueline Costa

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Iniciamos este artigo com definição teórica: A cobrança de impostos é, na prática, uma coleta de dinheiro feita pelo governo para pagar suas contas. Uma forma de medir o impacto dessa coleta é compará-la com o Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a soma das riquezas produzidas pelo país em um ano. Essa relação entre impostos e PIB é chamada de CARGA TRIBUTÁRIA (Fonte Wikipédia).

Mas, um dos pontos cruciais e até mesmo mais complicados no início das atividades empreendedoras em nosso país é a questão da Carga Tributária, que tem forte influência e poder do Estado, e que pelos índices dos últimos estudos realizados pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) corresponde a 33,4% do PIB brasileiro.

Abaixo um gráfico para melhor visualizarmos o dado acima especificado:

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Sabemos, que o maior sonho de um empreendedor é alcançar todas as metas estabelecidas no início dos seus mais variados negócios, independente do seu ramo de atuação, e que de forma geral, visam obter lucros sejam eles em números quantitativos quando qualitativos e chegando assim o mais próximo possível do sucesso.

Contudo, salientamos que a nossa atual Carga Tributária ultrapassa muitos outros países e de consequência retrata inúmeras burocracias para seu cumprimento como é o caso das constantes mudanças legislativas que trazem consigo toda a complexidade possível para que a subjetividade seja de fato, alvo para relação jurídica entre o contribuinte e arrecadador, e assim, favorecendo a parte que obtém maior conhecimento do assunto.

Agora pedimos para você que está lendo este artigo a se perguntar: Imagine essa carga nas mais variadas formas de tributação determinadas por alíquotas especificas auferindo suas receitas obtidas no desenvolvimento dos seus negócios? Preocupante? Talvez, já que imaginamos ao iniciar um negócio em torna-lo lucrativo e que isso corresponderia no foco de maiores investimentos e não em gastos, como no caso de gastos com pagamentos dos impostos.

Por isso, existe a partir deste ponto a clara necessidade do conhecimento deste assunto tão impactante antes de qualquer tomada de decisão empreendedora, onde estes valores obtidos estão ligados diretamente ao preço final de seu produto ou serviço ofertado implicando assim a compra ou contratação por seus clientes. Uma das alternativas mais sugeridas no momento é a busca por um planejamento tributário, assunto que trataremos em outro momento devido conteúdo e complexidade. Mas, na busca deste meio procurar um planejamento eficaz que ofereça benefícios efetivos e profissionais qualificados para manuseio desta ferramenta crucial e decisiva para evolução dos seus negócios.

Esperamos que este artigo tenha aguçado um pouco mais suas dúvidas, pois, através delas geramos conhecimento.

Este artigo é de autoria própria de seu autor e quaisquer alterações sem expressa autorização serão consideradas plágio, sendo cabíveis punições previstas no art. 184 do Código Penal Brasileiro.

 

Ramo de Negócios agradece Jaqueline Costa pela colaboração!

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1 Comment

  1. Paulo L Seibel says: Reply

    O problema não é a carga tributária que é “arcada” pelo consumidor.
    O problema maior é o excesso de burocracia (a legislação deveria ser simplificada ao máximo), o hábito de vender fiado sem levar em conta que no mês seguinte você precisa pagar as obrigações tributárias que incidem sobre as vendas (e das quais o empresário é um fiel depositário) e o alto índice de sonegação no Brasil.
    A burocracia gera trabalho improdutivo (que não agrega valor) para o negócio.
    A venda a crédito (bancada com Capital Giro próprio) além do limite adequado a empresa gera problemas de insolvência no médio e longo prazo.
    A sonegação cria um sistema perverso onde a sociedade como um todo perde e impede que o Estado cumpra suas funções (não vamos falar aqui da corrupção na administração pública).

    Penso que no Brasil deveria haver, em primeiro lugar, a preocupação central de unificar a legislação, simplificar a legislação e o sistema tributário e integrar a cadeia de informações (indústria, atacado, varejo – Fisco) em uma única plataforma tecnológica ágil, simples e eficiente. Reduzindo ao máximo o trabalho de digitação e manutenção das informações dentro dessa cadeia. Com isso estaríamos liberando as empresas para dedicar-se aquilo que agrega valor ao seu produto /serviço.
    Mas a mim, parece, que não interessa aqueles que vivem da burocracia, da corrupção e da sonegação.

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