Gestão de Risco Corporativo

Por Ana Emília

O que é: Processo para identificar e responder de maneira sistemática aos principais riscos de uma organização.

Para que serve: Mitigar as probabilidades de surpresas negativas. Proteger reputação e valor, gerar maior conforto para administradores e conselho.

Conceitos de riscos

Coso ERM: risco é representado pela possibilidade de que um evento ocorrerá e afetará negativamente a realização dos objetivos;

ISO 31000: Organizações de todos os tipos e tamanhos enfrentam influências e fatores externos que tornam incerto se e quando elas atingirão seus objetivos. O efeito que essa incerteza tem sobre os objetivos da organização é chamado de risco.

IBGC: O termo risco é proveniente da palavra risicu ou riscu, em latim, que significa ousar (to dare, em inglês). Costuma-se entender “risco” como possibilidade de “algo não dar certo”, mas seu conceito atual envolve a quantificação e qualificação da incerteza, tanto no que diz respeito às “perdas” como aos “ganhos”, com relação ao rumo dos acontecimentos planejados, seja por indivíduos, seja por organizações.

Outros conceitos

Vulnerabilidade: Fragilidade, brecha, gap existentes; processos e sistemas vulneráveis, controles falhos, ambiente com fragilidade – exemplo: controle de acesso deficiente, falta de política, etc.

Fator de risco: Qualquer situação que aumente a probabilidade e/ou impacto de materialização do risco.

Evento: Situação que torna o risco tangível transforma a incerteza em fato, materializa o impacto. O risco pode ser concretizado pela ocorrência de um ou mais eventos.

Risco Bruto: Risco inerente ao negócio, sem considerar medidas para redução.

Apetite ao risco

Está voltado para a estratégia da empresa, é o quanto a empresa está disposta a aceitar o risco

 

Ramo de Negócios agradece Ana Emília pela colaboração!

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