Inteligência Emocional no Ramo de Negócios

Por Alessandra Rodrigues

Por muito tempo nos ensinaram a agir com a razão no mundo dos negócios, e isso não está errado, porem não podemos esquecer que os indivíduos são tomados por questões racionais e emocionais, logo fica extremamente difícil basear as suas decisões somente olhando o lado racional dos processos.

Por isso é cada vez mais importante que as pessoas tenham e que possam trabalhar a sua inteligência emocional, mas o que seria inteligência emocional?

Inteligência emocional é a capacidade que um indivíduo tem de reconhecer e avaliar os seus sentimentos, os sentimentos das outras pessoas, e principalmente, saber como lidar com eles.

A abordagem sobre o tema remota a época de Charles Darwin, que em suas obras se referia a expressão emocional como forma de sobrevivência e adaptação, e mesmo que exista grande importância voltada a inteligência no que se diz respeito a capacidade cognitiva de um indivíduo, alguns pensadores e pesquisadores já reconheciam a importância de aspectos não – cognitivos como forma de inteligência. Mas foi só na década de 1990 que a expressão “inteligência emocional” ganhou definição e se tornou tema de vários livros e hoje é amplamente discutida e estudada.

Acredita-se que a inteligência emocional possa ser desenvolvida, ou que possa ser aprimorada para aquelas pessoas que já possuem um certo grau de inteligência emocional, hoje já possuem cursos voltados para o tema e que ajudam as pessoas a desenvolverem as habilidades necessárias para lidar com questões emocionais.

Administrar as suas emoções para alcançar objetivos não é uma tarefa fácil, requer autocrítica, requer saber lidar com frustrações, você tem que se conhecer, saber seus pontos fortes e fracos, e saber como analisar isso nas outras pessoas.

Algumas características que pessoas emocionalmente inteligentes possuem são: autocontrole, empatia, compaixão, auto motivação, autoconhecimento, resiliência psicológica, habilidade nos relacionamentos interpessoais e assertividade.

Cada vez mais o mercado de trabalho procura por profissionais que possuam inteligência emocional, ou que sejam emocionalmente estáveis, que saibam manter a calma mediante situações de estresse e que sabiam se relacionar bem no ambiente de trabalho. Atualmente, por mais que um profissional possua competência técnica, isso não será suficiente para que ele seja contratado ou para que ele se mantenha no emprego, inteligência e capacidade cognitiva são mais fáceis de serem trabalhadas, já a inteligência emocional demanda tempo e envolve um leque de questões sociais e pessoais.

As emoções estão diretamente ligadas ao nosso comportamento, e são os nossos comportamentos e atitudes mediantes as situações que farão com que nos mantenhamos naquela vaga de emprego, que irá nos garantir melhor interação no nosso circulo social e que será importante para as decisões do empreendedor.

Inteligência emocional é uma característica importante para um líder, e quando ele sabe manter em equilíbrio sua capacidade cognitiva com a sua inteligência emocional, as decisões entre razão e emoção se tornam mais fáceis de servem resolvidas. Liderar uma equipe multifuncional, que reúne pessoas diferentes e saber lidar com os conflitos, são questões que requerem muita inteligência emocional.

Saber gerir o ambiente de trabalho sobre essas influências possibilita o líder a criar um ambiente mais sinérgico e atrativo, aumenta a autoconfiança, as relações interpessoais se tornam mais harmônicas, não cria expectativas irreais, diminui o estresse e possibilita ao líder uma avaliação de desempenho mais clara e objetiva, entre outro benefícios.

A maneira como administramos a nossa emoção irá definir a nossa qualidade de vida, e consequentemente irá refletir no nosso desempenho profissional.

 

Ramo de Negócios agradece Alessandra Rodrigues pela colaboração!

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